24 dezembro 2008
26 outubro 2008
05 outubro 2008
Já li ...
Um Café com sabor Diferente foi o livro escolhido pelo clube de leitura À Volta das Letras para o mês de Julho. Luís Alves Milheiro é um jovem escritor e jornalista já com vários títulos publicados, nomeadamente: - Bilhete para a violência (1995); Desenhos humanos – entrevistas (1999); Almada e a resistência antifascista – ensaio (2000); Campo de sonhos – crónicas (2000); Flores para uma bicha-solitária – teatro (2002);- 1999; O ano do regresso do Marquês – teatro (2002); Abril sonhos mil – poemas (2004), em 2008 participou na obra 25 Olhares de Abril.
É também o autor dos blogues Casario do Ginjal, Largo da Memória e Viagens Pelo Oeste.
Um Café com Sabor Diferente é um livro de contos que retratam, a meu ver, em termos gerais, alguns aspectos da sociedade portuguesa e, depois em particular a vida, os amigos e o mundo em volta de um Bairro, que pode ser o nosso, mas que neste caso sabemos que é Almada.
Melhor que ler o livro, foi ter a possibilidade de conversar com o autor sobre a obra e sobre alguns contos em particular. Obrigada, Luís por mais um encontro À Volta das Letras com a presença do autor.
01 setembro 2008
Os Outros Caminhos do Mundo
Ontem acabei de ler o livro de Clara Pinto Correia Os Outros Caminhos do Mundo. Quando estou de férias gosto de ler livros que falem de viagens. Acho que me inspiram e me ajudam também a viajar.
Acompanhei a Clara Pinto Correia pela Jordânia, Ilha da Páscoa, Moçambique, Austrália, México, União Soviética, Los Angeles, Argentina e Jamaica.
Descobri que a Austrália é o único país do mundo com camelos selvagens. Engraçado. Quando pensamos na Austrália, pensamos em coalas, cangurus, eucaliptos, entre outras coisas, agora camelos, foi mesmo uma surpresa. É por isso que é bom viajar, nem que seja através de um livro.
Acompanhei a Clara Pinto Correia pela Jordânia, Ilha da Páscoa, Moçambique, Austrália, México, União Soviética, Los Angeles, Argentina e Jamaica.
Descobri que a Austrália é o único país do mundo com camelos selvagens. Engraçado. Quando pensamos na Austrália, pensamos em coalas, cangurus, eucaliptos, entre outras coisas, agora camelos, foi mesmo uma surpresa. É por isso que é bom viajar, nem que seja através de um livro.
27 agosto 2008
Two Weeks

Two Weeks é um filme realizado por Steve Stockman e conta-nos a história de Anita Bergman, interpretada por Sally Field, uma mulher que se encontra numa fase terminal com cancro nos ovários.
Ao longo de duas semanas, os seus quatro filhos e as respectivas famílias acompanham-na. Os vómitos, o sofrimento físico, a partilha de bens, as conversas com os filhos, a vontade de comer e não poder, são alguns dos momentos que acompanhamos nessas duas semanas.
Gostei no filme de alguns momentos, especialmente durante uma gravação/entrevista que o filho mais velho faz com a mãe Anita.Keith pergunta-lhe qual o filho preferido e esta fala dos filhos e como cada um é especial à sua maneira. Uma das preocupações de Anita era que a família se mantivesse junta, que os filhos de Keith pudessem brincar com os primos tal como eles puderam quando eram crianças.
Quase no final da gravação, Anita entrega ao filho um livro enorme com as coisas que ela gostaria que o filho ainda fizesse. Fiquei a pensar nisso e um destes dias dei por fim a falar em família sobre o assunto e a pensar em voz alta sobre o que ainda gostaria de fazer. Já comecei a fazer a minha lista.
Ao longo de duas semanas, os seus quatro filhos e as respectivas famílias acompanham-na. Os vómitos, o sofrimento físico, a partilha de bens, as conversas com os filhos, a vontade de comer e não poder, são alguns dos momentos que acompanhamos nessas duas semanas.
Gostei no filme de alguns momentos, especialmente durante uma gravação/entrevista que o filho mais velho faz com a mãe Anita.Keith pergunta-lhe qual o filho preferido e esta fala dos filhos e como cada um é especial à sua maneira. Uma das preocupações de Anita era que a família se mantivesse junta, que os filhos de Keith pudessem brincar com os primos tal como eles puderam quando eram crianças.
Quase no final da gravação, Anita entrega ao filho um livro enorme com as coisas que ela gostaria que o filho ainda fizesse. Fiquei a pensar nisso e um destes dias dei por fim a falar em família sobre o assunto e a pensar em voz alta sobre o que ainda gostaria de fazer. Já comecei a fazer a minha lista.
Um osso na garganta
Um osso na garganta é o título de um policial de Anthony Bourdain. O que me chamou a atenção e o que me levou a ler este livro, antes das férias, foi o nome do seu autor, o famoso chef de cozinha Anthony Bourdain.É um romance bem disposto e com várias alusões à gastronomia.
04 maio 2008
Falta de civismo ou algo bem pior?
Irrita-me a falta de civismo por parte das pessoas. O que é que custa colocar as coisas nos respectivos locais? Aqui coisas são: o papel no papelão, o vidro no vidrão e as embalagens no respectivo contentor. Quem são os otários que fazem dos ecopontos autênticas lixeiras no meio da cidade?
Chamem os reponsáveis! Multem quem tiverem que multar, mas por favor acabem com este mau exemplo!



Chamem os reponsáveis! Multem quem tiverem que multar, mas por favor acabem com este mau exemplo!



Incomoda-me esta falta de respeito pelos outros, incomoda-me a despreocupação das pessoas, incomoda-me que haja pessoas que vão até ao ecoponto e que não coloquem o cartão no contentor (reparem que nem sequer está cheio, como se isso fosse desculpa, mas enfim!); incomoda-me que deixem sacos junto aos ecopontos; incomoda-me e preocupa-me que as pessoas não saibam para que serve o ecoponto; incomoda-me que não se faça nada! Que não se faça nada!
Reparem na primeira, segunda e quarta foto. Consegue-se ver nitadamente uma mesa, gavetas e uma sanita partida junto ao ecoponto. Desculpem, mas perante isto só me apetece dizer impropérios.
O que é que se tem que fazer para que isto não aconteça?
Reparem na primeira, segunda e quarta foto. Consegue-se ver nitadamente uma mesa, gavetas e uma sanita partida junto ao ecoponto. Desculpem, mas perante isto só me apetece dizer impropérios.
O que é que se tem que fazer para que isto não aconteça?
12 abril 2008
Rio das Flores
Acabei de conhecer a família Ribera Flores, de Estremoz. Diogo, Pedro e Amparo são os grandes protagonistas do romance hitórico de Miguel Sousa Tavares, Rio das Flores, publicado na Oficina do Livro.
Gostei do romance. Compreendi a necessidade de liberdade de Diogo e a sua "fuga" para o Brasil, a fidelidade de Amparo para com Diogo até ao momento oficial de ruptura, a busca inevitável de amor e satisfação de Amparo e Pedro, que a partir de determinado momento do romance se começa a adivinhar.
O contexto histórico ajuda a compreender as motivações, os desejos e as maneiras de encarar os problemas que o país vivia.
Gostei do romance. Compreendi a necessidade de liberdade de Diogo e a sua "fuga" para o Brasil, a fidelidade de Amparo para com Diogo até ao momento oficial de ruptura, a busca inevitável de amor e satisfação de Amparo e Pedro, que a partir de determinado momento do romance se começa a adivinhar.
O contexto histórico ajuda a compreender as motivações, os desejos e as maneiras de encarar os problemas que o país vivia.
24 fevereiro 2008
3:10 to Yuma
O que me leva a ver um filme? A história, o realizador, o trailer, a publicidade?Decidi ver 3:10 to Yuma por causa de Russel Crowe e de Christian Bale, e não me arrependi.
Conheço melhor Russel Crowe como actor do que Christian Bale. De Christian Bale o último filme que vi foi Equilibrium, em DVD.
Ben Wade cowboy, ladrão e implacável assassino é capturado. Dan Evans, interpretado por Christian Bale, rancheiro falido, pai de família, é um dos homens que acompanha Wade até ao comboio em Yuma, onde seguirá para ser enforcado.
A acção desenrola-se ao longo da viagem até Yuma. Com diversas peripécias em que Wade chega ajudar e até a salvar a vida dos homens que o acompanham. Há momentos em que se estabelecem laços de proximidade entre estes dois personagens (Wade/Evans) que cheguei a pensar que se não estivessem naquela situação poderiam ser grandes amigos.
Gostei do personagem interpretado por Russel Crowe, Ben Wade, o cowboy bandido, implacável mas, que ao longo da acção nos mostra que consegue ser altruísta e ter o coração no sítio.
No entanto, não gostei como o filme termina. Mas isso não vou contar. Vejam o filme!
No entanto, não gostei como o filme termina. Mas isso não vou contar. Vejam o filme!
19 fevereiro 2008
10 fevereiro 2008
05 fevereiro 2008
04 fevereiro 2008
03 fevereiro 2008
Charlie Wilson´s War

Charlie Wilson´s War ou, em português, Jogos de Poder é um filme Mike Nichols. No elenco temos uma trilogia de peso: Tom Hanks (congressista), Julia Roberta (uma milionária interessada em boas causas) e Philip Seymour Hoffman (agente da CIA).
A história é apresentada como verídica e relata a conspiração que os três levaram a cabo para ajudar a luta no Afeganistão contra os invasores Russos.
O personagem interpretado por Tom Hanks vive rodeado de mulheres bonitas. Dado aos prazeres da vida, acaba por ser estimulado a participar activamente nas manobras contra os Russos por Joanne Herring (Julia Roberts), de quem para além de amigo é, pelo que pareceu, amante ocasional.
Não acho que seja um filme brilhante. Achei interessante as manobras de poder que os três levaram a cabo para conseguirem o que pretendiam.
19 janeiro 2008
Turismo Infinito
Turismo Infinito é uma peça com textos de Fernando Pessoa e encenação de Ricardo Pais. Fui vê-la na passada terça-feira. Adorei. A força dos textos, a excelência da encenação, os actores, a intensidade das suas vozes, o movimento ... Cruzamo-nos nesta viagem com Álvaro de Campos, Bernardo Soares, Pessoa, Alberto Caeiro, a marreca e Ofélia, não necessariamente por esta ordem. Vale mesmo a pena.13 janeiro 2008
A minha tarde, hoje foi assim ...
01 janeiro 2008
23 dezembro 2007
21 novembro 2007
17 novembro 2007
Lindo, lindo ...
Jack Slattery (James Tupper) de Men in Trees. Um dos motivos pelos quais me apetece conhecer o Alasca!
13 novembro 2007
1617 de Pedro Vasconcelos

1617 é o novo livro do escritor português Pedro Vasconcelos. O lançamento foi hoje, às 18h30, no Palácio da Independência, em Lisboa.
O primeiro livro deste autor foi 1613. O 1617 é por assim dizer, a continuação do seu primeiro livro.
Sobre o livro e o autor falaram o editor (Oficina do Livro) António Lobato Faria, Ana Paula Fitas em representação do professor Moisés Espírito Santo e Fernando Carvalho Rodrigues.
Tanto o editor como Ana Paula Fitas referem que Pedro Vasconcelos faz jus ao romance de aventuras históricas, ainda pouco desenvolvido em Portugal comparado com os países anglo-saxónicos.
Para Ana Paula Fitas, Pedro Vasconcelos é o escritor de cavalaria do século XXI. Referiu também que se sente um amadurecimento na escrita do autor, do primeiro livro para o segundo. Segundo ela, "É sinal que iremos ter uma grande escritor".
Fernando Carvalho Rodrigues referiu que esta obra é um livro do Quinto Império. É um livro do mar. É um livro que é magia, aventura. Vai para além do acreditar.
Para Pedro Vasconcelos o maior enriquecimento que tem tido com as suas experiências literárias é a relação com os leitores e, especialmente os amigos que ganhou.
Para vos abrir o apetite, deixo aqui a apresentação da edição do livro:
«No dia 21 de Dezembro de 1613 nasce Miguel Molan, depois de um parto atormentado que leva Nenu para o mundo dos espíritos. A morte da bela Nenu deixa destroçado o português D. Manuel Álvares, que nunca mais recupera do desaparecimento do grande amor da sua vida, adoptando uma vida de introspecção. Mas o espírito de Nenu continua a pairar sobre a existência de quantos algum dia se cruzaram com ela e com o seu filho. É o caso do oficial holandês, Peter Cornelius, que arrisca a sua vida numa viagem até Goa, território português sob administração espanhola no período de anexação Filipina, para vender âmbar-cinzento e cobrar uma dívida de sangue. Com os companheiros de aventura recupera os livros sagrados e participa na tentativa de libertar o padre Jaime, aprisionado pela Inquisição. Conta ainda com a preciosa ajuda do jovem brâmane Vayu, do vetereno de guerra Christian Van den Bosch e de um punhal mágico para libertar todos os prisioneiros do Palácio do Sabaio, em Goa. Mas a expedição reserva ainda algumas surpresas na fuga para Cochim, no ano de 1617.
O percurso da vida de Miguel Molan inicia-se num ambiente mágico e exótico de uma época fascinante mas cheia de contradições: as traições e o sentido de honra, as intrigas e a entrega a causas aparentemente perdidas, os cultos hindus e o fanatismo religioso, o amor e a morte.
Um romance que nos faz conhecer personagens que nos revelam as suas fragilidades e as suas grandezas num período singular da nossa História: o Império Português do Oriente.»
12 novembro 2007
Onésimo

Domingo de Manhã. O encontro do À Volta das Letras era, como já vem sendo hábito no Museu do Teatro. Do grupo fui a última a chegar. O nosso convidado já lá estava. E assim que chegámos demonstrou logo o seu bom humor e disposição.
A conversa começou à volta do livro As Aventuras de um Nabogador e daí partiu para muitos lados. Estivemos duas horas e meia, e mais estaríamos se não fossem os compromissos pessoais.
Um muito obrigada, Onésimo.
05 novembro 2007
Stardust
Stardust - O Mistério da Estrela Cadente foi o filme que vi ontem à noite. Estava bastante curiosa com o filme por causa da participação da actriz Michelle Pfeiffer. Aparece no papel de uma bruxa, espantosamente caracterizada.É um filme cheio de aventuras, com personagens especiais e, como não podia deixar de ser, o amor também está presente.
04 novembro 2007
Novembro ...
... é o mês ...
... de todos os Santos;
... das broas e dos bolinhos;
... de S. Martinho;
... da castanha;
... e do vinho.
... de todos os Santos;
... das broas e dos bolinhos;
... de S. Martinho;
... da castanha;
... e do vinho.
30 outubro 2007
O que estou a ler ...

Aventuras de um Nabogador é o primeiro livro de Onésimo Teotónio Almeida que estou a ler. Aventurei-me ainda em poucas páginas, mas já me encontrei com Dolly, a ninfomaníaca, que vai pontuando a prestação dos que caem na teia da sua sedução. Estou neste momento na Vontade de Poder.
Apetece-me descobrir mais livros deste escritor açoriano, que possui um particular sentido de humor.
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