Turismo Infinito é uma peça com textos de Fernando Pessoa e encenação de Ricardo Pais. Fui vê-la na passada terça-feira. Adorei. A força dos textos, a excelência da encenação, os actores, a intensidade das suas vozes, o movimento ... Cruzamo-nos nesta viagem com Álvaro de Campos, Bernardo Soares, Pessoa, Alberto Caeiro, a marreca e Ofélia, não necessariamente por esta ordem. Vale mesmo a pena.19 janeiro 2008
Turismo Infinito
Turismo Infinito é uma peça com textos de Fernando Pessoa e encenação de Ricardo Pais. Fui vê-la na passada terça-feira. Adorei. A força dos textos, a excelência da encenação, os actores, a intensidade das suas vozes, o movimento ... Cruzamo-nos nesta viagem com Álvaro de Campos, Bernardo Soares, Pessoa, Alberto Caeiro, a marreca e Ofélia, não necessariamente por esta ordem. Vale mesmo a pena.13 janeiro 2008
A minha tarde, hoje foi assim ...
01 janeiro 2008
23 dezembro 2007
21 novembro 2007
17 novembro 2007
Lindo, lindo ...
Jack Slattery (James Tupper) de Men in Trees. Um dos motivos pelos quais me apetece conhecer o Alasca!
13 novembro 2007
1617 de Pedro Vasconcelos

1617 é o novo livro do escritor português Pedro Vasconcelos. O lançamento foi hoje, às 18h30, no Palácio da Independência, em Lisboa.
O primeiro livro deste autor foi 1613. O 1617 é por assim dizer, a continuação do seu primeiro livro.
Sobre o livro e o autor falaram o editor (Oficina do Livro) António Lobato Faria, Ana Paula Fitas em representação do professor Moisés Espírito Santo e Fernando Carvalho Rodrigues.
Tanto o editor como Ana Paula Fitas referem que Pedro Vasconcelos faz jus ao romance de aventuras históricas, ainda pouco desenvolvido em Portugal comparado com os países anglo-saxónicos.
Para Ana Paula Fitas, Pedro Vasconcelos é o escritor de cavalaria do século XXI. Referiu também que se sente um amadurecimento na escrita do autor, do primeiro livro para o segundo. Segundo ela, "É sinal que iremos ter uma grande escritor".
Fernando Carvalho Rodrigues referiu que esta obra é um livro do Quinto Império. É um livro do mar. É um livro que é magia, aventura. Vai para além do acreditar.
Para Pedro Vasconcelos o maior enriquecimento que tem tido com as suas experiências literárias é a relação com os leitores e, especialmente os amigos que ganhou.
Para vos abrir o apetite, deixo aqui a apresentação da edição do livro:
«No dia 21 de Dezembro de 1613 nasce Miguel Molan, depois de um parto atormentado que leva Nenu para o mundo dos espíritos. A morte da bela Nenu deixa destroçado o português D. Manuel Álvares, que nunca mais recupera do desaparecimento do grande amor da sua vida, adoptando uma vida de introspecção. Mas o espírito de Nenu continua a pairar sobre a existência de quantos algum dia se cruzaram com ela e com o seu filho. É o caso do oficial holandês, Peter Cornelius, que arrisca a sua vida numa viagem até Goa, território português sob administração espanhola no período de anexação Filipina, para vender âmbar-cinzento e cobrar uma dívida de sangue. Com os companheiros de aventura recupera os livros sagrados e participa na tentativa de libertar o padre Jaime, aprisionado pela Inquisição. Conta ainda com a preciosa ajuda do jovem brâmane Vayu, do vetereno de guerra Christian Van den Bosch e de um punhal mágico para libertar todos os prisioneiros do Palácio do Sabaio, em Goa. Mas a expedição reserva ainda algumas surpresas na fuga para Cochim, no ano de 1617.
O percurso da vida de Miguel Molan inicia-se num ambiente mágico e exótico de uma época fascinante mas cheia de contradições: as traições e o sentido de honra, as intrigas e a entrega a causas aparentemente perdidas, os cultos hindus e o fanatismo religioso, o amor e a morte.
Um romance que nos faz conhecer personagens que nos revelam as suas fragilidades e as suas grandezas num período singular da nossa História: o Império Português do Oriente.»
12 novembro 2007
Onésimo

Domingo de Manhã. O encontro do À Volta das Letras era, como já vem sendo hábito no Museu do Teatro. Do grupo fui a última a chegar. O nosso convidado já lá estava. E assim que chegámos demonstrou logo o seu bom humor e disposição.
A conversa começou à volta do livro As Aventuras de um Nabogador e daí partiu para muitos lados. Estivemos duas horas e meia, e mais estaríamos se não fossem os compromissos pessoais.
Um muito obrigada, Onésimo.
05 novembro 2007
Stardust
Stardust - O Mistério da Estrela Cadente foi o filme que vi ontem à noite. Estava bastante curiosa com o filme por causa da participação da actriz Michelle Pfeiffer. Aparece no papel de uma bruxa, espantosamente caracterizada.É um filme cheio de aventuras, com personagens especiais e, como não podia deixar de ser, o amor também está presente.
04 novembro 2007
Novembro ...
... é o mês ...
... de todos os Santos;
... das broas e dos bolinhos;
... de S. Martinho;
... da castanha;
... e do vinho.
... de todos os Santos;
... das broas e dos bolinhos;
... de S. Martinho;
... da castanha;
... e do vinho.
30 outubro 2007
O que estou a ler ...

Aventuras de um Nabogador é o primeiro livro de Onésimo Teotónio Almeida que estou a ler. Aventurei-me ainda em poucas páginas, mas já me encontrei com Dolly, a ninfomaníaca, que vai pontuando a prestação dos que caem na teia da sua sedução. Estou neste momento na Vontade de Poder.
Apetece-me descobrir mais livros deste escritor açoriano, que possui um particular sentido de humor.
28 outubro 2007
A não perder ...
Na passada quinta-feira fui ao Teatro Aberto ver a peça Sweeney Todd, o terrível barbeiro de Fleet Street de Stephen Sondheim.Ia um pouco apreensiva por ser um musical encenado pelo João Lourenço, pois os últimos que vi deste encenador não me agradaram muito. Mas ainda bem que fui, pois gostei do que assisti.
A história:
«Baseado numa versão de um melodrama inglês do séc. XIX, em que realidade e ficção se misturam à maneira das lendas, o musical Sweeney Todd narra uma história de paixão e vingança, protagonizada por um barbeiro que, depois de anos passados nas galés devido a uma condenação injusta, regressa a Londres para tentar reencontrar a mulher e a filha e se vingar da sociedade corrupta que lhe destruiu a vida. A sua vingança manifesta-se numa série de crimes macabros, cometidos em circunstâncias nunca esclarecidas, que o tornaram conhecido como o "terrível barbeiro de Fleet Street".»
Dos actores gostei particularmente de Ana Ester Neves que desempenhou o papel da Sra. Lovett. Está maravilhosa. Consegue agarrar o público de uma forma espantosa. Reconciliei-me com o desempenho de Mário Redondo que encontrou em Sweeney Todd uma personagem onde mostra a sua força como actor. De salientar que o musical tem uma orquestra ao vivo e o cenário está muito bem conseguido.
Em Dezembro chegará aos cinemas um filme de Tim Burton baseado neste musical. No papel de Sweeney Todd estará Johnny Depp e, no da Sra. Lovett, encontraremos Helena Bonham Carter. Podem ver o trailer aqui:
11 setembro 2007
15 julho 2007
01 julho 2007
Quando o Inverno Chegar
Na passada quinta-feira assisti à peça "Quando o Inverno Chegar" de José Luís Peixoto e encenada por Marco Martins.
Um destaque especial para Dinarte Branco que estava excelente. O cenário e luzes contribuem de forma essencial para o sucesso deste espectáculo.
A sala estava cheia e com muitas figuras ilustres da nossa praça. Adorei. É importante que nasçam mais projectos com esta qualidade. Quando há qualidade, há público.
Um destaque especial para Dinarte Branco que estava excelente. O cenário e luzes contribuem de forma essencial para o sucesso deste espectáculo.
A sala estava cheia e com muitas figuras ilustres da nossa praça. Adorei. É importante que nasçam mais projectos com esta qualidade. Quando há qualidade, há público.
15 junho 2007
14 junho 2007
Junho é o mês ...
... em que supostamente deveria fazer calor. Em que os dias já cheiram a férias! Mas nada. Que porra de Tempo!!!
Olho pela janela e vejo um dia cinzento, com chuva. Nem me apetece ir a pé para o trabalho. Irra, que ainda apanho uma molha! Em Junho !!!
Que venha o tempo quente. A praia. As sardinhas assadas e os gelados. A roupa fresca e os saldos.
Olho pela janela e vejo um dia cinzento, com chuva. Nem me apetece ir a pé para o trabalho. Irra, que ainda apanho uma molha! Em Junho !!!
Que venha o tempo quente. A praia. As sardinhas assadas e os gelados. A roupa fresca e os saldos.
13 junho 2007
Viva o Santo António ...
O que estou a ler ...
«Uma criança desaparece. Estava à guarda do pai. O choque da notícia atira a mãe para um abismo de amnésia. Sem memória, é incapaz de chorar um filho que não sabe que tem. Como podemos continuar a viver se caminhamos vazios. E há um homem que arranja uma amante enquanto visita a mulher no hospital. Ladrões que roubam cinzas de uma morta. Há as maldades desumanas do amor, um sopro pérfido que o diabo sussurra aos ouvidos. Em fundo, a irracional violência do divórcio. A bestialidade das palavras que atiramos uns aos outros como pedras. Uma mulher que espera ainda e sempre, à janela. Porque o coração é um bicho e não ouve. E uma pergunta a que não se ousa responder: Para onde vão os amores que foram um dia?»O que tenho lido ...
O escritor José Luís Peixoto no último encontro promovido pelo À Volta das Letras sugeriu, para leitura no mês de Maio, a obra de Manuel da Silva Ramos O Sol da Meia Noite. Confesso que desconhecia o escritor e não fazia a mínima ideia que tipo de livros teria escrito, mas fiquei com a sensação que o autor nos dava a conhecer muitas das suas loucas aventuras amorosas. Nesse mesmo dia comprei o livro.O livro está dividido em duas parte: O Sol da Meia Noite e Contos do Bem-Aventurado Errante. Na primeira parte acompanhamos a paixão do narrador com a nórdica e estravagante Lisabeth pela cidade de Lisboa, na segunda parte, o autor presenteia-nos com um conjunto de contos que nos dão a conhecer algumas das suas aventuras amorosas e sexuais.
O Sol da Meia Noite é um livro de boémia e loucura, com sentido de humor (eu pelo menos achei!), intenso, onde o autor deixa transparecer, na minha opinião, algum amargo de boca em relação a Portugal. Através da primeira parte senti, também, que se faz uma viagem de ócio e de prazeres por uma certa Lisboa noctívaga, desde a Graça, Costa do Castelo, Praça da Figueira, Rossio, Chile, Bairro Alto, pelas tascas e pensões baratas. É um livro com muito álcool, sexo e solidão.
O que tenho lido ...
Cemitério de Pianos foi o primeiro livro de José Luís Peixoto que li. Há uns anos recebi como presente de Natal Uma Casa na Escuridão, mas acabei por dar prioridade a outras leituras e o livro tem ficado arrumado na estante.Cemitério de Pianos é um livro com uma escrita deliciosa, com ritmo e sem palavras difíceis. É a história de uma família muito mais complicada do que inicialmente parece. Temos dois narradores: o pai e o filho, que vão contando as suas vidas e da sua família.
A vida, a morte, traição, dúvidas, esperança e um cemitério de pianos por onde todos passam e que esconde um pouco de cada um, são os ingredientes que nos prendem na leitura deste romance.
Adorei. Fiquei com vontade de ler mais deste magnífico e simpático escritor.
11 abril 2007
01 abril 2007
07 março 2007
A RTP faz hoje 50 anos
Ainda me lembro da primeira televisão que os meus pais compraram. E que alegria que foi.
RTP, muitos parabéns!
RTP, muitos parabéns!
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