09 maio 2006

Finalmente, Frida Kahlo

A Coluna Partida, 1944.

No domingo, finalmente consegui ir a uma visita guiada à exposição de Frida Kahlo, no CCB. Está a ter imensos visitantes. A primeira vez, logo no primeiro fim-de-semana da exposição, que tentei ir à visita guiada, deparei-me com uma fila quase interminável para entrar e a visita guiada já estava completa.

Gostei da exposição. A visita guiada ajudou-me a comprender a importância da morte na cultura mexicana, o contexto histórico do México, as roupas de Frida e o modo como os acontecimentos da sua vida pessoal se evidenciam nas suas obras. Um dia gostaria de visitar a Casa Azul.

Muitos dos seus quadros transmitem dor. Um sofrimento físico tremendo. Uns evidenciam a dor resultante das operações à coluna e a recuperação, a traição da sua irmã, os abortos e a solidão. No entanto, Frida demonstra também muita força interior. Muita coragem para enfrentar as adversidades. Foi uma grande mulher!

06 maio 2006

Sala Borsa, um espaço de cultura


Bolonha, Itália, 26 de Abril de 2006 às 15h28.


Bolonha, Itália, 26 de Abril de 2006 às 15h21.


Bolonha, Itália, 26 de Abril de 2006 às 15h24.


Bolonha, Itália, 26 de Abril de 2006 às 15h25.


Bolonha, Itália, 28 de Abril de 2006 às 10h04.


Junto à Fonte de Neptuno, encontramos a Sala Borsa. Um espaço fantástico. Com biblioteca, livraria, cafés, espaço internet e restaurante .

Uma parte do chão é de vidro, através do qual podemos ver vestígios de construções romanas.

À esquerda, de quem entra no edifício, temos uma homenagem a muitos homens e mulheres que fizeram frente ao fascismo.

Da minha curta estadia em Bolonha, foi dos espaços de que mais gostei. Na sexta-feira, 28 de Abril, houve greve de autocarros e choveu imenso toda a manhã. Abriguei-me aqui, tomei um café e comprei um souvenir.

Bolonha, cidade dos pórticos

Bolonha, Itália, 28 de Abril de 2006 às 08:52

Bolonha deve ser a única cidade do mundo com tantos pórticos. Em quase todas as ruas há pórticos. A subida para o santuário de S. Luca tem 4 Km seguidos de pórticos.

05 maio 2006

A globalização da cultura

Na passada quarta-feira, assisti à palestra "A globalização da cultura" pelo jornalista Hernâni Carvalho, no auditório do INETE.

Na conversa, Hernâni Carvalho referiu que a globalização é a uniformização de todos pelos piores motivos. Que hoje em dia, ver um telejornal, em Portugal, França, Alemanha sobre, por exemplo, o Irão é exactamente a mesma coisa. O mundo Ocidental está a ficar formatado da mesma maneira.

Falou-nos da sua experiência em Timor. Considera que os jornalistas portugueses fizeram um bom trabalho no terreno, dando uma visão de todas as partes envolvidas. Criticou o modo como se tenta uniformizar as realidades, referindo que, na altura, encontrou uma professora portuguesa, em Timor, e que esta se sentia desiludida. Tinha que ensinar Português a partir de um livro que mostrava uma realidade que os meninos timorenses desconheciam. Tinha textos que referiam comboios, metro, neve, hamburgueres, etc...

Falou-nos da informação e da contra-informação, do modo como as agências internacionais controlam/dominam a "verdade" dos factos e como, muitas vezes, os jornalistas sofrem pressões na realização do seu trabalho. Cabe ao consumidor pensar e reflectir sobre o que lê nos jornais e vê na televisão. Apenas temos acesso a uma visão dos factos, que pode até nem ser a mais verosímil.

Confirmou que os excertos das notícias da Al Jazeera, são traduzidas do inglês para Português e que não há uma confrmação daquilo que é dito em árabe. A mim, isto diz-me muito daquilo que acontece no mundo da informação. E o que mais me aborrece é que, muitos de nós, consumimos tudo o que aparece na televisão como uma verdade absoluta.

Hernâni Carvalho, contou-nos algumas histórias da sua vida profissional, dos sustos enquanto jornalista de guerra, de algumas situações difícies, dos guias e da relação que se estabelece, e de algumas atitudes de solidariedade dos nossos jornalistas. Falou de um modo interessante e sem pretensiosismos. Adorámos.

03 maio 2006

30 abril 2006

Veneza

Na vinda a Itália, hoje saímos de Bolonha. Passámos o dia em Veneza.
A cidade correspondeu às expectativas. Amanhã é Verona.

P.S. Foto do Tiago Xavier.

25 abril 2006

Hoje é dia 25 de Abril !



O que é que representa, para os jovens de hoje, o 25 de Abril? Liberdade? Democracia? Ou, é apenas mais um feriado?

Quando frequentei o secundário, na disciplina de história não houve tempo de dar essa parte da matéria...e agora, será que já há?

Estaremos a transmitir os ideais e valores da Revolução às novas gerações?

À volta da leitura da obra "1613" de Pedro Vasconcelos

Na caixa de comentários do post 1613, foi lançada uma questão muito pertinente. Por que é que não escolhemos como a nossa personagem favorita Nenu? Ela é uma mulher com ideias à frente do seu tempo, determinanda, é a partir dela que a acção do romance se desenvolve, mas por que é que não a escolhemos? Ou melhor, o que nos levou a escolher outras personagens em detrimento de Nenu?

Uma análise crítica do livro aqui.

24 abril 2006

As donas de casa desesperadas voltaram ...

Na nossa televisão ainda aparecem algumas séries que valem a pena. As Donas de Casa Desesperadas, A Senhora Presidente, Dr. House, são apenas alguns exemplos. Mas quem é que as consegue ver às horas que passam? Não percebo o critério de escolha destes horários. Para quem trabalha e tenha que se levantar cedo, não dá jeito nenhum.

17 abril 2006

1613

Na passada quarta-feira, emprestaram-me o livro 1613 de Pedro Vasconcelos. Sobre o autor tinha poucas referências, mas muita curiosidade por ouvir falar quem já leu o livro.

O romance começa com o julgamento de D. Manuel Álvares, em Goa. Sobre ele pesa a acusação injusta de ter entregue o Forte de Solor, nas Índias Orientais, aos holandeses.

D. Manuel tudo fez para lutar contra os holandeses e defender o forte. Com poucos homens e poucas munições recorreu à imaginação. Como estratégia usou água quente que lançou sobre os invasores, usou cabeças de aves trazidas e enfeitiçadas pelo curandeiro Molan, esfregou o barco, dos invasores, com uma pasta, feita a partir da planta Karlele, que dava muito comichão. Mas estas artimanhas não são suficientes para travar a força dos holandeses.

Ao lado de D. Manuel encontramos a princesa Nenu. Sobrinha do velho Gunnung, chefe de uma aldeia indígena, que não vê com bons olhos o relacionamento da sobrinha com o português.

D. Luís de Abreu, homem de poucas palavras, foi em tempos um jogador compulsivo a que a necessidade obrigou a enveredar pela carreira militar. É o braço direito de D. Manuel no forte.

Entre os holandeses encontramos o comandante Appolonius Scotte, o almirante Van de Velde, homem cruel e ambicioso, e Peter Cornellius, um verdadeiro esgrimista. Peter, encontra em D. Manuel um adversário à altura, não pela arte de manejar a espada, mas pela criatividade de resolver os confrontos.

Nenu tenta ajudar D. Manuel e pede ajuda ao feiticeiro Buan, pois não cumpriu a promessa que tinha feito ao curandeiro Molan. Depois de cumprir a missão que o feiticeiro Buan exigiu, esta é raptada pelos holandeses.

D. Luís depois de ferido procura suicidar-se no mar. Mas Nenu, consegue fugir e encontra ainda vivo D. Luís, que irá ter um destino fora do comum e fundamental no desenrolar da história.

D. Manuel perde a sua amada e foge, ajudado pelo Frei Belchior. Homem religioso, consciente da importância das outras religiões e um fervoroso leitor.

Ajudado pelo padre Jaime, um grande bibliófilo e fabricante de venenos, D. Manuel procura falar com o vice-rei. Este com o intuito de mostrar o seu poder e de ouvidos cheios, por um soldado que fugiu de Solor e que acusou D. Manuel de pactuar com os holandeses, manda-o prender.

Em Goa, D. Manuel viu-se em grandes trabalhos. Preso e acusado. Sem dinheiro, longe da sua amada Nenu e ainda o compromisso de se tornar um «casado de Goa». Mas nem tudo está perdido. Há forças superiores à vontade dos homens. Nenu e Frei Belchior irão ajudar ...

"1613" é um romance cheio de surpresas. Muita acção e aventura através do reencontro de dois amantes numa viagem de culturas, diferenças religiosas, conventos, livros, feitiçaria, poderes ocultos e a fuga à Inquisição.

Das personagens, simpatizo particularmente com Frei Belchior. Um homem inteligente, astuto e culto.

"1613" é o primeiro romance de Pedro Vasconcelos. Gostei da escrita, da dinâmica do romance, da criatividade, das referências às diferentes armas e às línguas locais.

A nossa história é tão grandiosa. "Dêmos novos mundo ao mundo", temos figuras ímpares, de certo com tanto para se dizer sobre elas, e temos tão poucos romances sobre os nossos feitos. Espero que "1613" seja apenas o começo para que o romance histórico português ganhe alento.

Pedro Tochas ...

No sábado passado, entrei para o Teatro da Trindade, às 23:59. Fui ver o espectáculo Maiores de 18 de Pedro Tochas. O espectáculo tem sensivelmente a duração de 01h30, mas saí do teatro depois das 3 da manhã.

Comecei a reparar no Pedro Tochas, depois de ver os anúncios da Frize e do popular "tou que nem posso". Cheguei a ir ao site da frize para ver os outros anúncios que não passaram na televisão. Mas fui ver este espectáculo por sugestão de um familiar.

Pedro Tochas fez-nos rir do princípio ao fim do espectáculo. Com um humor "non sense", inteligente e sem palavrões.

O espectáculo passou pelo Tsunami, pelo terramoto 1755 e o que fazer durante um terramoto, a ajuda a Timor, as preferências das mulheres através das respostas a perguntas da forma verdade/mentira, os velhos, as viagens, a Páscoa e, obviamente, o sexo. Apesar de o espectáculo seguir uma estrutura, houve muito, muito improviso.

No fim do espectáculo, Pedro Tochas respondeu às perguntas da assistência.

Pela inteligência do humor, pelo sentido de observação, pela expressividade, o Pedro Tochas ganhou mais dois fãs cá em casa.

13 abril 2006

Reparem no azul do céu

Estátua e Mosteiro de S. Vicente de Fora
Largo das Portas do Sol, Lisboa, 13 de Abril de 2006, às 15h18.

09 abril 2006

A minha relação com os livros e a leitura

Quando leio um livro gosto de o sublinhar ou escrever comentários/notas. Faço-o de preferência com lapiseira ou lápis, nunca a caneta.

Leio sempre com um bloco de notas ao lado ou com um marcador de livros que me permita tirar apontamentos.

Não gosto de marcar os livros com marcadores florescentes, sinto que violento o livro. Já não tenho o mesmo sentimento quando se trata de fotocópias.

Em tempos, cheguei a forrar os livros para que a capa não se estragasse mas, já não tenho essa paciência. Para onde quer que vá, ando sempre com um livro e a capa vai sofrendo as consequências ... especialmente na praia.

Gosto de sentir os livros usados. Mas não estragados.

Tenho a mania de comprar livros e às vezes tenho pena de não conseguir que mais pessoas leiam os meus livros. Acontece muitas vezes, comprar um livro, lê-lo e arrumá-lo na estante. Os livros que mais vezes emprestei foram o "Equador" e "O Código Da Vinci", este último lido por quase todos os membros da família mais chegada.

Gosto que me emprestem e recomendem livros.

08 abril 2006

O cemitério dos livros esquecidos ...

Emprestaram-me este livro há já algum tempo. Mas só agora comecei. Do pouco que já li, fascinou-me a ideia de um Cemitério dos Livros Esquecidos. Acho fascinante.

Barcelona - 1945. Daniel vive com o pai. A mãe morreu quando tinha apenas 4 anos.

Um dia, o pai leva-o ao Cemitério dos Livros Esquecidos e diz-lhe:
«- Este lugar é um mistério, Daniel, um santuário. Cada livro, cada volume que vês, tem alma. A alma de quem o escreveu e a alma dos que o leram e viveram e sonharam com ele. Cada vez que um livro muda de mãos, cada vez que alguém desliza o olhar pelas suas páginas, o seu espírito cresce e torna-se forte. Há já muitos anos, quando o meu pai me trouxe pela primeira vez aqui, este lugar já era velho. Talvez tão velho como a própria cidade. Ninguém sabe de ciência certa desde quando existe, ou quem o criou. Dir-te-ei o que o meu pai me disse a mim. Quando uma biblioteca desaparece, quando uma livraria fecha as suas portas, quando um livro se perde no esquecimento, os que conhecemos este lugar, os guardiães, asseguramo-nos de que chegue aqui. Neste lugar, os livros de que já ninguém se lembra, os livros que se perderam no tempo, vivem para sempre, esperando chegar um dia às mãos de um novo leitor, de um novo espírito. Na loja nós vendemo-los e compramo-los, mas na realidade os livros não têm dono. Cada livro que aqui vês foi o melhor amigo de alguém. (...)»

Carlos Ruiz Zafón, A Sombra do Vento, Dom Quixote, P. 13

03 abril 2006

Flores do campo

A Primavera ... é das estações do ano mais bonitas. Existe uma alegria na terra, nas árvores e nas flores que nos contagia.

01 abril 2006

O espelho chinês

«Um espelho é muitas vezes acessório de sonho.

Um lavrador chinês foi à cidade vender o seu arroz. A mulher pediu-lhe:
- Se fazes favor, traz-me um pente.

Na cidade vendeu o seu arroz e foi beber com amigos. No momento de partir, lembrou-se da mulher. Tinha-lhe pedido qualquer coisa, mas o quê? Impossível recordar-se. Comprou um espelho numa loja para senhoras e voltou para a aldeia.

Deu o espelho à mulher e saiu de casa para ir para o campo. A mulher viu-se ao espelho e pôs-se a chorar. A sua mãe, que a viu chorar, perguntou-lhe a razão daquelas lágrimas.

A mulher estendeu-lhe o espelho, dizendo:
- O meu marido reduziu-me a Segunda Esposa.

A mãe pegou por sua vez no espelho, olhou-o e disse à filha:
- Não tens que te inquietar, ela é já muito velha.»


Jean-Claude Carrière, Tertúlia de Mentirosos, Contos Filosóficos do Mundo Inteiro, Teorema, 1999, p. 72 e 73.

27 março 2006

Eleição da Terra

Sortelha, 9 de Março de 2006 às 15h48.
Só olho para o céu
nas noites de lua despida
para atar os olhos nas estrelas
e ver melhor de lá a Terra e a vida.

A Terra dos braços dos teus rios.
A Terra dos olhos dos teus lagos.
A Terra do corpo do teu mar.

A Terra em que apetece ser crepúsculo
para adormecer e sonhar.

José Gomes Ferreira, Poeta Militante II, Moraes Editores, P. 154

26 março 2006

Casanova

Comédia e aventura pela mão do sedutor Casanova. Jacomo Casanova é um verdadeiro conquistador. O melhor amante de Veneza. Mas, as suas conquistas trazem-lhe alguns problemas.

Para fugir à pena de morte, pela sua conduta pouco própria de acordo com a doutrina católica, arranja uma noiva. Mas, ao conhecer Francesca Bruni vai-se envolver numa série de aventuras, que o levam a descobrir o verdadeiro amor.

Não é um grande filme. Vê-se sem esforço. Tem alguns momentos de humor, óptimo guarda-roupa e bons actores.

23 março 2006

A Pantera Cor-de-Rosa

Em The Pink Panther acompanhamos as aventuras do inspector Jacques Clouseau, que investiga a morte de um técnico de futebol e o roubo de um diamante. Com Steve Martin, Kevin Kline, Jean Reno, Jason Statham, Henry Czerny e Beyoncé Knowles.

O filme tem algumas cenas cómicas, mas muitos exageros, aos quais já não acho piada. Steve Martin (inspector Jacques Clouseau) defende bem o seu papel, o que à partida não seria tarefa fácil, dado que a interpretação de Peter Sellers é inesquecível.

"The Pink Panther" é daqueles filmes que podemos aguardar que chegue a versão em DVD ao videoclube, ou melhor, dvdclube! ;)

17 março 2006

Humor negro ...

Para quem gosta de humor negro e não tem as "susceptibilidades" à flôr da pele!

Favorito das meninas: Happy Tree Friends

Favorito dos meninos: Joe Cartoons

13 março 2006

Lisboa à tarde ...

Ontem, eu e meia Lisboa resolvemos passear pelo Parque das Nações. O dia convidava ao passeio... estava óptimo.

O Parque estava cheio de gente, uns a passear ou a andar de bicicleta, outros nas esplanadas a conversar ou a namorar e outros ainda, sentados, simplesmente a contemplar o rio ... O Parque das Nações é uma das poucas zonas, em Lisboa, onde se pode passear sem a confusão do trânsito.

Lisboa deveria viver mais o Tejo. Que se criem mais Parques das Nações!

05 março 2006

Verdes são os campos ...


Ontem, para mim, foi um daqueles dias em que se tem pouca vontade de enfrentar a estrada e viajar. Mas compromissos são compromissos e assim fiz.

Quando se vive na cidade temos pouco tempo e muito pouca disponibilidade para observar as coisas simples e os pequenos sinais de mudança que a natureza nos dá.

Apesar da chuva, gostei de observar o manto colorido que reveste as terras. As vinhas podadas estão prontas a rebentar. Para onde quer que se olhe, os sinais de verde são uma constante. O olhar perde-se. Por entre os tons castanhos das terras aradas e semeadas surge-nos uma verdadeira pintura. A tela cobre-se de cores. O azul do céu contrasta com o colorido de pequenas flores, umas amarelas, outras brancas...e tudo isto nos transmite uma energia de vida.

02 março 2006

Questionário

A Miss Pearls convidou-me a responder a um questionário e eu não consegui recusar. Eis, então, o resultado:

Quatro empregos que já tive na vida:
- Professora
- Pesquisa e tratamento de informação para site com recursos turísticos nacionais
- Professora

Quatro filmes que posso ver vezes sem conta:
- Setembro
- A noite do Caçador
- Cinema Paraíso
- Ladrão de Bicicletas

Quatro sítios/países/regiões onde vivi:
- Santarém
- Lisboa

Quatro séries televisivas que não perco (perdia):
- Seinfeld
- Sopranos
- Sete Palmos de Terra
- Desperate Housewives

Quatro sítios onde estive de férias:
- Ande por onde andar, à Praia do Barril (Tavira) vou sempre parar...

Os meus pratos preferidos:
- Qualquer um da gastronomia portuguesa

Quatro websites que visito diariamente:
- Todos os blogs das errâncias do Laranja com Canela e ainda mais alguns ...

Quatro sítios onde gostaria de estar agora:
- Gosto de estar onde estou...

Três bloggers (F) a quem convido a fazer este questionário (se tiverem paciência e gosto):
- Cristina - Farol das Artes
- Totoia - Partilhas
- Minerva McGonagall - Avada Kedavra

Três bloggers (M) a quem convido a fazer este questionário:
AlmaOm
Canal Caveira